sábado, 6 de setembro de 2014

Você sabe por quê a "TV Globinho" saiu do ar?



Bom galera, esse assunto é um tanto quanto antigo, mas muita gente ainda se pergunta por quê a "TV Globinho" saiu do ar e eu resolvi falar um pouco sobre o assunto.

Em 2001 foi apresentado pelo deputado Luiz Carlo Hauly o Projeto de lei 5021/2001 que visava regulamentar a publicidade voltada para crianças, através da proibição da publicidade/propaganda para a venda de produtos infantis.

Como tudo no Brasil esse projeto se arrastou por cerca de 13 anos e infelizmente foi aprovado.

Devido a aprovação desse projeto programas como a "TV Globinho" perderam patrocínio e foram retirados das grades de programação dos seu respectivos canais, deixando a pirralhada e uma boa parte da marmanjada reféns da tirania de Fátima Bernardes.

Brincadeiras à parte não tenho nada contra a Fátima até por quê ela nunca fez nada contra mim, na verdade ela nem sabe que eu existo, mas é uma sacanagem um projeto desse ser aprovado e sacanagem maior é ter gente apoiando...

À primeira vista esse projeto é bacana e faz parecer que o Estado se importa realmente com a formação das nossas crianças, mas se você para um pouco pra pensar logo percebe que esse projeto é o mesmo que dizer que os pais não sabem o que é melhor pros seu próprios filhos assistirem ou não.

Eu admito que conheço pessoas que realmente não têm o menor "talento" para ser pai, mas se isso acontece é por que o Brasil não investe em educação, até por que se investíssemos em educação o único retorno que teríamos seria uma sociedade muito mais inteligente e que rapidamente faria uma faxina no Planalto Central começando do topo (se é que me entendem) apenas com o poder do voto e isso não seria interessante pra "Eles" por que aí pessoas como o Tiririca não mais seriam eleitos. Diante disso fica fácil entender o por quê que eles investiram num estádio em Manaus, enquanto 202 municípios do Piauí estão em emergência ou em estado de calamidade pública.
Sem contar as pessoas que morrem em hospitais sem atendimento e sem sequer saber que doença elas tinham, mas isso o "sábio" já explicou de forma sucinta: "Não se faz Copa com hospitais!".
Além disso superfaturar um estádio padrão Fifa dá muito mais dinheiro! ;)

A indignação já está me fazendo fugir do assunto, então é melhor eu parar por aqui, se você concorda com esse projeto de lei eu te respeito, se não concorda estamos juntos!



Inovações do FIFA 15


Apesar dos jogos de futebol terem gráficos de ótima qualidade ainda falta emoção nas reações dos jogadores não é verdade?

Segundo a EA o fim desse problema está próximo, pois os jogadores do FIFA 15 terão inteligência emocional.

Com mais de 600 novas reações emocionais, os jogadores agora são influenciados pelos momentos importantes do jogo como na vida real. Cada jogador tem uma atitude ou sentimento com relação a todos os companheiros e adversários em campo.

Entradas duras, chances perdidas e gols importantes - todos os 22 jogadores em campo vão reagir naturalmente de acordo com o que acontecer durante o jogo.


Com as expressões do rosto e a linguagem corporal, você vivenciará as atitudes e emoções de seus jogadores favoritos.


Emoção e Intensidade representam pilares importantes do FIFA 15.

Bakumatsu Rock


Aí galera! Esse gênero musical não me agrada muito, mas mesmo assim eu assisto.

Esse anime é uma adaptação do jogo de mesmo nome, essa adaptação tornou-se possível graças à Studio Deen.
A história se passa na era Bakumatsu, no final do comando dos shoguns sobre o Japão. O shogunato Tokugawa usa as Canções do Paraíso cantadas pelos principais idols do Shinsengumi para fazer fazer lavagem cerebral e subjugar o país e seu povo. Neste Japão, escrever ou cantar qualquer música além das Canções do Paraíso é uma ofensa capital. Sakamoto Ryouma e outros roqueiros se levantam para mudar o mundo com o rock ‘n roll, lutando pela liberdade e justiça.


                                

League of Legends terá reboot de história e personagens

League of Legends vai recomeçar sua história do zero. Em um post publicado no blog da Riot Games, Tommy Gnox, membro do time de roteiristas do jogo, explicou que a decisão foi tomada porque algumas das escolhas narrativas iniciais "inibem o crescimento criativo dos personagens e do mundo do game."

"No começo de League of Legends, criamos uma ambientação que justifica como os jogadores podem controlar os campeões durante as partidas, com conceitos como Invocadores, Campos da Justiça, um Instituto da Guerra, e a própria Liga. Depois disso, estas escolhas começaram a criar problemas inesperados. Cada novo campeão precisava de uma razão para entrar na Liga, e à medida que o número de personagens cresceu, o mundo começou a parecer pequeno, e menos interessante", justificou o roteirista.

Segundo Gnox, a ideia dos Invocadores fez com que os Campeões parecessem marionetes manipuladas por um poder divino. "O ambiente que criamos para explicar a ação em jogo restringia o desenvolvimento narrativo em potencial dos personagens de League of Legends."

O post também diz que o reboot servirá para expandir a história "em vários meios", indicando a possibilidade de novos produtos relacionados a League of Legends além do jogo.

League of Legends é um MOBA (Multiplayer Online Battle Arena) free to play, que exibe um sistema que permite a qualquer jogador jogar sem a necessidade de um pagamento. No entanto, existem itens no jogo que podem ser adquiridos com dinheiro real. Hoje League of Legends tem mais de 70 milhões de jogadores registrados, dos quais 32 milhões são jogadores ativos.

Atrasos, bugs, preços altos: será que a pré-venda de jogos vale a pena?

Já virou rotina: basta um game ser anunciado para, em pouco tempo, entrar em pré-venda nas principais lojas especializadas, seja na versão em disco ou digital.

Num primeiro momento, a pré-venda parece uma boa oportunidade para os fãs mais entusiasmados: você garante a cópia do jogo e ainda leva alguns itens únicos, sejam bônus para usar no game ou brindes para colecionadores, tudo pelo preço que iria gastar comprando o produto no lançamento.

Mas, na prática, é comum o tiro sair pela culatra: o preço do jogo tende a cair depois do lançamento e aqueles itens 'in-game' exclusivos logo estão disponíveis para compra online. Não são poucos os grandes lançamentos que chegam cheios de 'bugs' que estragam toda a diversão nos primeiros dias de jogatina.

Para piorar o quadro, reservar um game no Brasil não garante receber a desejada caixinha no dia do lançamento. Na verdade, as chances do jogo atrasar são muito maiores.

Assim, com atrasos, bugs e preços altos, fica a pergunta: quem ganha com a pré-venda?

Bom para a indústria e para o mercado
Criado nos EUA para atender colecionadores, o sistema de pré-venda se tornou uma ferramenta eficiente para diminuir custos do varejo e gerar bons números de divulgação para as publishers.

Para a indústria, a pré-venda é uma garantia de que muitas unidades serão vendidas assim que o jogo chegar ao mercado. Com o sucesso de um jogo (e, muitas vezes, de um estúdio inteiro) sendo determinado na primeira semana nas lojas, pega bem com investidores poder afirmar que o game já teve mais de um milhão de unidades reservadas em pré-venda.

Esse número também influencia os lojistas, que percebem o interesse do público pelo novo produto. Melhor ainda: diminui a necessidade do varejista de manter um game em estoque. É quase como uma operação "just in time" numa linha de montagem: os jogos já vendidos vão para o centro de distribuição ou, em menor quantidade, para as lojas da rede, que repassam o produto para o consumidor sem precisar estocar muitas cópias logo de cara.

Nos EUA, onde redes como GameStop ganham muito mais com a venda de jogos usados (a margem de lucro de um lançamento é mínima), já ter o game vendido antes do lançamento agiliza o retorno do produto para a prateleira: títulos que não contam com um multiplayer persistente podem voltar para as lojas como jogos usados em questão de dias, sendo revendidos com uma margem bem melhor para a loja.

Outra vantagem que a pré-venda oferece para as lojas é o compromisso do consumidor com o estabelecimento. Se você já pagou pelo jogo num lugar, não vai ficar tentado a comprar na concorrência. E, mesmo que você desista da compra, o dinheiro já foi gasto e provavelmente você vai optar por comprar outra coisa, seja um game já disponível na loja, cartões pré-pagos para usar nas redes dos videogames ou qualquer outra coisa.

Ruim para o consumidor
Comprar um jogo em pré-venda é um ato de fé: você está adquirindo um produto antes do lançamento, sem saber se o que vai receber estará à altura das expectativas, sem ler uma crítica ou assistir alguns vídeos de 'gameplay' da versão final. A decisão de compra antecipada é tomada por impulso: você já conhece a franquia, ou gosta dos outros jogos daquela produtora. Ou, mais comumente, não quer ficar sem o incrível bônus de pré-venda, que pode ser um personagem único, roupas exclusivas ou um mapa multiplayer que só vai chegar ao game 'normal' um ano depois.

No Brasil, também é acreditar que o jogo vai sair no dia previsto e ser enviado o mais rápido possível. Nos últimos anos, isso aconteceu com poucos jogos nas lojas nacionais: "Call of Duty" e jogos de PC (como expansões de "World of Warcraft" ou o recente "The Sims 4") costumam sair no dia anunciado. Outros, como "GTA V" e as edições anuais de "FIFA", já são anunciados para chegar em datas posteriores ao lançamento nos EUA. Ao menos assim evitam o transtorno para o consumidor.

Mais comum é o atraso sem explicação nem posicionamento oficial do distribuidor. A loja abre a pré-venda, anuncia uma data para a chegada do produto. Na data marcada, a pré-venda continua e a data é jogada para as semanas seguintes. Com sorte, o consumidor é avisado da mudança, mas geralmente precisa procurar a revenda para descobrir que houve um atraso.

Essa situação aconteceu com diversos jogos no Brasil em 2014. De "Castlevania: Lords of Shadow II" a "Diablo III" para os consoles PS4 e Xbox One, não foram poucos os games que tiveram a chegada adiada sem sequer um comunicado por parte das publishers.

Em geral, as publishers e distribuidoras afirmam que os atrasos se devem a problemas com a importação dos jogos, sem entrar em maiores detalhes.

"Destiny", aguardado game de tiro que sai na próxima terça (9), é o próximo título da lista infame: a edição PS4, em pré-venda no Brasil desde agosto, não tem previsão para chegar. A Activision promete que as demais plataformas receberão o game na data marcada, mas as lojas especializadas já não dizem o mesmo. Procuradas por clientes, algumas apontam a data de entrega de "Destiny" para 26 de setembro, outras já sugerem que o jogo chegará em meados de outubro.

A saída, para muitos jogadores, é apelar para a compra digital, cada vez mais em voga. Afinal, você pode comprar os jogos que deseja da comodidade do lar, fazer o download antecipado e, quando chegar a hora do lançamento, sair jogando desde o primeiro minuto. Infelizmente, nem sempre é o que acontece.

"Diablo III", "Battlefield 4" e "SimCity" são três exemplos de jogos que tiveram lançamentos problemáticos: servidores caindo, jogos cheios de bugs, atualizações constantes (os chamados patches) para corrigir falhas que surgiram "na última hora". Ou seja, os jogadores que compraram o game antecipado são obrigados a suportar partidas problemáticas enquanto a produtora corrige problemas - coisa que não acontece com quem comprar o mesmo game semanas ou meses depois.

Melhor esperar?
O sistema de pré-venda é uma ferramenta importante para a indústria, tanto para efeito de logística (quantas unidades serão enviadas para cada lugar), quanto para o marketing (o jogo é muito aguardado, já foram vendidas milhões de cópias antes do lançamento). Também é muito útil para o varejo, que economiza no estoque, recebe informações mais precisas do consumidor (compras efetuadas são dados mais concretos do que intenção de compra) para planejar os pedidos ao fornecedor, por exemplo.

Em troca, o jogador recebe conteúdo que poderia estar incluso no game desde o começo (e em muitos casos, está apenas bloqueado no disco) ou que estará a venda por preços módicos pouco tempo depois. Para isso, o consumidor paga o preço cheio do game mesmo sem saber se o produto final será bom ou ruim. E, no Brasil, não sabe sequer se vai ter o jogo desejado em mãos quando a hora do lançamento chegar, mesmo pagando antes por isso.

Não seria melhor esperar e comprar o game funcionando corretamente, e melhor ainda: mais barato? Seja através de lojas que vendem jogos usados, das inevitáveis reduções de preço que sofrem as franquias anuais (como "FIFA" e "PES"), liquidações em lojas digitais ou até mesmo de graça nos serviços PlayStation Plus, Games with Gold ou no recente EA Access, não faltam opções para quem consegue se segurar um pouco mais a cada grande novo game.

"Attack on Titan" ganhará atualização com multiplayer co-op no Japão

Inspirado na série de mangá e anime homônima, o jogo "Attack on Titan"ganhará, em dezembro, uma nova versão, também exclusiva para o 3DS, de acordo com a revista japonesa Kodansha’s Bessatsu Shonen Magazine.

Essencialmente "Attack on Titan: The Last Wings of Humanity Chain"é apenas uma atualização do jogo original, com um novo modo multiplayer para até quatro pessoas, um novo sistema de ranking e funções limitidas de conversa por texto.

O jogo também ganhará novas fases, novas missões e mais de 20 novas vozes, tanto para novos personagens quanto para personagens antigos. Os Titãs do jogo também tiveram suas respectivas inteligências artificias completamente reprogramadas.

Além da nova versão completa, os donos do "Attack on Titan" original poderão baixar a atualização por um preço promocional, assim que o jogo for lançado, em dezembro.


"Destiny" digital terá upgrade gratuito do PS3 e X360 para nova geração

Fãs que comprarem as versões digitais de "Destiny" no PlayStation 3 ou no Xbox 360 ganharão upgrades gratuitos para o jogo na nova geração.

A revelação foi feita pela Bungie nosite oficial do game.

De acordo com a explicação da produtora, quem baixar o jogo e suas expansões no PlayStation 3 até 15 de janeiro de 2015 terá direito a cópias digitais do mesmo conteúdo no PlayStation 4. Da mesma forma, compradores da versão de Xbox 360 receberão como um bônus a versão de Xbox One.

Conforme revelado anteriormente, o progresso de jogo feito em um console poderá ser transferido para outro.

A promoção não se aplica às versões em disco do jogo.

"Destiny" será lançado na próxima terça-feira (9) totalmente em português.